Sonha, poeta!...
O sonho é o entorpecente, o mais sublime tóxico do mundo, a morfina ideal do teu viver... sonha um sonho infinito, azul, profundo Indefinidamente, e esquece a vida que tu tens presente pela vida maior que há no teu Ser! Não poderás viver ao chão pousado porque escravo da terra tu não és... nasceste para o azul imensurado para rasgar o céu de asas abertas, não tendo ao solo acorrentado os pés! Sonha! Que este sonhar só bem te faz! Sê sempre o mesmo: Um louco! Um incomum! Não te sujeites a domínio algum e que o teu sonho não acabe mais!"
(Rodrigo Jaekel)
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